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A arte de viver ensinada pelos clássicos

A arte de viver ensinada pelos clássicos

Sinopse

Nessa páginas encontram-se 78.167 palavras de pura sabedoria e lições de viver, escritas por eminentes filósofos e pensadores desde o Oriente, passando pela antiguidade e chegando até o séc. XIX. Na quarta-capa da sua primeira edição, lançada em 1962, lia-se: "Este precioso livro reúne ensaios, máximas e fragmentos de Confúcio, Epicuro, Cícero, Sêneca, Plutarco, Epicteto, Marco Aurélio, Boécio, Vives, Montaigne, Bacon, Pascal, Manuel Bernardes, Marquês de Maricá e Emerson, acerca dos magnos problemas da existência — a felicidade, a amizade, o estudo, a adversidade, a conduta, a alegria, a fraternidade, o amor, a fé, a confiança, a dor, a morte — e sobre como encará-los serena e sensatamente". Criteriosamente selecionados e vertidos para o português por um dos nossos maiores tradutores, o poeta José Paulo Paes — à época editor em uma das principais casas do país, a Cultrix — , esta obra traz também o perfil biográfico de cada um dos 15 autores, escritas pelo tradutor. A atual edição foi acrescida de 218 notas biográficas e de contextualização, que facilitam a sua leitura. Veja algumas reflexões que se encontram nesta obra: "Ler sem meditar no que se lê traz confusão mental. Meditar sem ler traz insegurança", disse Confúcio. "Quando nos bastamos a nós mesmos, chegamos a possuir o bem inestimável que é a liberdade", afirma Epicuro. "Se queres aprender algo, lê-o de noite, quatro ou cinco vezes, com grandíssima atenção, e pergunta-o de manhã, à memória", sugere Vives. "Toda a vez que admirares como superior a ti um homem conduzido numa liteira, não te esqueças de olhar também para os carregadores", adverte Plutarco. "Certos livros devem ser provados; outros engolidos; uns poucos mastigados e digeridos", observa Francis Bacon. "Um homem de verdade é toda uma causa, todo um país, toda uma época", escreve Emerson. "Três sortes de pessoas são infelizes na lei de Deus: o que não sabe, e não pergunta: o que sabe, e não ensina: o que ensina, e não faz", comenta Manuel Bernardes.