Uma versão atualizada de Fragmentos Verdes na Avenida Paulista, dissertação de Mestrado defendida às vésperas da pandemia de Covid-19, que redefiniu a relação das cidades com a vida urbana.
É possível reintegrar a natureza em territórios densamente urbanizados e verticalizados?
Buscando respostas a essa questão essencial e urgente, o estudo se apoia em referenciais de urbanismo sustentável e biofílico e dialoga com experiências internacionais — de Medellín a Cingapura — que combinam corredores verdes, infraestrutura ecológica e estratégias inovadoras para tornar cidades mais verdes, resilientes e humanas.
A Avenida Paulista, símbolo paulistano e um dos espaços mais verticalizados do país, é analisada sob uma perspectiva inédita: sua potencialidade biofílica. A autora identifica fragmentos vegetados, examina estímulos ao contato humano com a natureza e discute como esses elementos podem funcionar como trampolins ecológicos, influenciar a imagem do território e ampliar o bem-estar urbano.
A obra reflete também a urgência ambiental destacada pelos recentes alertas científicos sobre a aceleração da crise climática e a perda de áreas verdes como fator que agrava a emergência planetária.
Resultado de rigor acadêmico e sensibilidade ambiental, este livro convida o leitor a repensar o futuro das cidades e a reconhecer que restaurar a relação entre pessoas e natureza é essencial para enfrentar os desafios climáticos do século XXI.